Parece brincadeira, mas este era o nome do conglomerado de prédios construídos e mantidos com dinheiro público e em terreno da municipalidade que está sendo explorado pela Sociedade Rural de Maringá.
Antes de março de 1996, quando o local recebeu o nome do empresário Francisco Feio Ribeiro, a denominação do fazendão particular urbano dos pecuaristas e similares de Maringado era uma singela homenagem àquele que foi o pior dos ditadores militares do nosso país, o General Emílio Garrastazu Médici
Falando em ditadura e lembrabdo agora das trocas de favor do regime militar com os grandes do agronegócio, acredito que não da para brincar com o pessoal da Sociedade Rural no que diz respeito em explorar os cofres públicos para interesses pessoais e ainda sair por bonzinho.
A grande sacada do pessoal é dar circo para o cidadão maringaense e, não poderia ser diferente, sempre com dinheiro de algum orgão público – ou alguém acha que a entrada franca para a expoingá em alguns shows é a mais pura expressão do carinho que os grandes empresários do agronegócio da city?
Precisamos pensar com mais carinho sobre esse terreno que é do município, as facilitações e injeções anuais de milhares de reais que prefeitura, deputados e secretarias estaduais concedem anualmente ao pessoal da SRM, a contrapartida que a turma que ganha com a Expoingá dá para o cidadão maringaense – que abriga essa turma quase que de favor numa das áreas mais valorizadas de Maringá.


























